Há anos que não vou à festa do Pontal. José Mendes Bota, simpaticamente, telefonou, a insistir na minha presença. Gostava de ir, mas não vou poder ir. Gostava de poder aceitar o convite, naturalmente por quem o faz, mas pensando na organização e naquilo que representa. O PPD/PSD não é feito só de Universidades de Verão ou de Inverno. Nem só de universitários. Por isso mesmo, porque é eminentemente popular, porque está ligada a momentos importantes, essa festa faz parte da tradição "laranja". E quem lidera, para não ir, tem, obrigatoriamente, de ter uma boa razão. Até pode nem falar. Mas deve estar junto daqueles que se dispõem, numa altura tão difícil para mobilizações, a estar juntos pela bandeira partidária, com a história que simboliza e as causas que representa.
Quando liderei o PPD/PSD, a partir de Julho de 2004, tive, logo de início, a festa de Chão de Lagoa. Não pude ir por causa da formação do Governo. Festa do Pontal não havia, por decisão, ou falta dela, da estrutura distrital de então, presidida por Isabel Soares. Fui à Universidade de Verão, aceitando o convite de Carlos Coelho, e tendo anunciado lá as taxas moderadoras progressivas.
Logo quando eleito, tomei a decisão de acabar com as estafadas reentrés.que eram comícios de Verão, mudando de terra, todos os anos. E, por isso, e ao contrário do Pontal, não conseguindo criar tradição. Lembrava -me das camionetas de Gondomar que tinha visto, dois anos antes, na Póvoa de Varzim. Foi-me, depois, explicado que eram as gentes dessa concelhia quem assegurava a Norte, durante várias lideranças, o sucesso dos comícios. Aliás, quem não se lembra também das camionetas que, mais recentemente, no Hotel Altis, em Lisboa, asseguravam "o calor" das comemorações de vitórias do PS? É uma realidade plural!...
No Pontal, que eu saiba, há muita gente e a grande maioria vai pelos seus meios. Mas cada liderança, seu gosto. E, pelos vistos, uma festa assim "não cai no goto" da nova liderança.
Eu já vi Manuela Ferreira Leite em várias organizações da Distrital de Lisboa, aqui há uns anos. Mas, também tenho presente que, na campanha das "directas", de todos os candidatos, foi a única a não ir ao almoço do 1º de Maio, organizado pelos TSDs.
Eu bem digo, sempre, que há, pelo menos, dois. Com a diferença de que, um está bem em todo o lado, enquanto o outro, só com direito de admissão reservado.
Quando liderei o PPD/PSD, a partir de Julho de 2004, tive, logo de início, a festa de Chão de Lagoa. Não pude ir por causa da formação do Governo. Festa do Pontal não havia, por decisão, ou falta dela, da estrutura distrital de então, presidida por Isabel Soares. Fui à Universidade de Verão, aceitando o convite de Carlos Coelho, e tendo anunciado lá as taxas moderadoras progressivas.
Logo quando eleito, tomei a decisão de acabar com as estafadas reentrés.que eram comícios de Verão, mudando de terra, todos os anos. E, por isso, e ao contrário do Pontal, não conseguindo criar tradição. Lembrava -me das camionetas de Gondomar que tinha visto, dois anos antes, na Póvoa de Varzim. Foi-me, depois, explicado que eram as gentes dessa concelhia quem assegurava a Norte, durante várias lideranças, o sucesso dos comícios. Aliás, quem não se lembra também das camionetas que, mais recentemente, no Hotel Altis, em Lisboa, asseguravam "o calor" das comemorações de vitórias do PS? É uma realidade plural!...
No Pontal, que eu saiba, há muita gente e a grande maioria vai pelos seus meios. Mas cada liderança, seu gosto. E, pelos vistos, uma festa assim "não cai no goto" da nova liderança.
Eu já vi Manuela Ferreira Leite em várias organizações da Distrital de Lisboa, aqui há uns anos. Mas, também tenho presente que, na campanha das "directas", de todos os candidatos, foi a única a não ir ao almoço do 1º de Maio, organizado pelos TSDs.
Eu bem digo, sempre, que há, pelo menos, dois. Com a diferença de que, um está bem em todo o lado, enquanto o outro, só com direito de admissão reservado.




