sábado, 6 de Setembro de 2014

OS ENGANOSOS
Isto dos enganosos influentes tem que se lhe diga… Goebbels, apesar do horror de regime que serviu - tem muitos seguidores: uma mentira muitas vezes repetida, pode tornar - se verdade". Eu diria que não se torna. Quanto muito, pode parecer.
Atenção, não estou a chamar de mentirosos… Enganosos, inventores, falseadores da realidade, isso sim.
O problema está em que a falta de estudo e o cansaço de muitas pessoas - até bem intencionadas, acredito - leva - as a repetir os erros dos enganosos.
Gostam sempre de resolver tudo com batota, com ilusionismos baratos, com ficções. E a verdade é que, nalguns casos, continuam a enganar muitas pessoas.
Um dia destes, quando tivermos ocasião, vamos começar a debater aqui temas de que os enganosos falam. Para que todos possam perceber o engano. Vamos fazê - lo em tribuna aberta para que todos, mesmo os enganosos influentes, possam participar.

domingo, 31 de Agosto de 2014

DIA INTERNACIONAL DO BLOGUE.
PARABÉNS AO MEU E AOS OUTROS QUE RESPEITAM A DIGNIDADE DAS PESSOAS.

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

PELO MENOS, INSÓLITO


É impressionante como António José Seguro e António Costa não conseguem chegar a um acordo rápido e simples sobre debates entre os dois. Num partido que se reclama - e bem - de tantos pergaminhos democráticos, é um impasse deveras surpreendente para a generalidade das pessoas. 
No que me respeita, como já fiz campanhas eleitorais com José Sócrates e com António Costa, não me surpreende assim tanto. Agora, entre camaradas, é mesmo estranho. E nem o regressado Grande Conciliador do PS, Jorge Coelho, os consegue pôr de acordo. Com consideração, devo dizer que não lhes fica nada bem.

domingo, 17 de Agosto de 2014

E a ONU?

Barack Obama anunciou que deu autorização para bombardear alvos específicos no Iraque.
Onde estão "as vozes" a clamar pela autorização prévia da ONU? Estão de férias?

Uns Piratas

Disseram - me agora que foram roubadas 1,5 biliões de palavras - passe na passada semana. Pelos vistos, a minha também foi. Reparem no penúltimo post: as mesmas conversas de há dez anos. As fotos de há 20 anos, mais o menino… Cheira aos "venturas impalas"… Meninos há vários: o guerreiro, o de oiro, e tantos outros. Têm de "mudar o disco". Esses já não pegam mesmo.
Quando dei a entrevista ao Expresso a 19 de Julho ia escrever, aqui ou no Fb: preparem - se que agora vão começar as salvas de canhão. E começaram. Tortas, fracas, mas tentando. Agora, assustados com uma sondagem, vão começar a fabricar outras. Até fazem pirataria em blogues. Ao que chegam!!
Deixem - nos andar. Eu deixo ficar o post para lhes dar publicidade. É preciso é rir.
Algo anda a mexer na blogosfera…

sábado, 16 de Agosto de 2014

Entre as brumas da memória: Santana Lopes em Belém? Tudo tem limites!

Entre as brumas da memória: Santana Lopes em Belém? Tudo tem limites!: É com algum temor e grande perplexidade que vejo que se fala, aparentemente a sério, da hipótese de Santana Lopes se candidatar à Pres...

sábado, 28 de Dezembro de 2013

Boas Festas para todos.
Tenho saudades deste "blogocosmos" que vou espreitando sempre que posso mas para o qual tenho contribuído pouco. Contribuições só indiretas por reações constantes ao que vou escrevendo noutros domínios. Este fim - de - semana há várias e eu compreendo -as. Quando estava a escrever o artigo do Correio da Manhã, como calculará quem o leia, já ia antecipando os comentários e as análises. A do Portugal dos Pequeninos foi bem engraçada até pela referência a Afonso Lopes Vieira. Pelo menos, dá para o autor do blogue diversificar um pouco as suas citações.

sábado, 23 de Novembro de 2013

Lapidar

Henrique Monteiro, num texto lapidar:
http://expresso.sapo.pt/este-governo-e-legitimo-claro-que-sim=f842501
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Este Governo é legítimo? Claro que sim!

Henrique Monteiro
 
Uma parte da opinião pública, que aliás se revê muito agora em Mário Soares (ainda que não poucos sejam os mesmos que lhe chamaram todos os nomes quando ele era primeiro-ministro), acha que este Governo não é legítimo porque - imagine-se! - não faz o que prometeu, ou faz o contrário do que prometeu. Argumentos mais sofisticados vão no sentido de uma tese de Adriano Moreira, que não é suspeito ser de esquerda, que afirma que a legitimidade não está apenas no voto. Que este Governo perde legitimidade com a distância entre o que foi o programa do Executivo e a sua prática.
Vamos ver do que falamos quando falamos de legitimidade. Formal? Política? Moral? Digamos que a única que interessa realmente é a legitimidade formal. A política e a moral são da ordem da opinião - cada qual pode ter a sua, mas tal não permite que possa fazer ameaças ao poder formal e legitimamente constituído sem violar a própria Constituição que todos dizem defender.
Na legitimidade formal temos, no topo do regime, um Presidente da República eleito com mais de 50% dos votos. Melhor: foi reeleito, depois de ter sido, noutra época, 10 anos primeiro-ministro. Depois de se saber da compra e venda das ações do BPN; depois da maioria da coisas de que hoje acusado, salvo de uma: de apoiar o Governo, porque o Governo mudou depois da sua reeleição.
Depois temos o Parlamento com uma maioria. E um Governo que emana dessa maioria. Estão a cumprir aquilo a que se comprometeram? Obviamente não! Será preciso muita má-fé para dizer o contrário. Mas, com maior ou menor grau de divergência, se tomarmos à letra o que diz Adriano Moreira, nenhum Governo nos últimos 30 anos, pelo menos, foi legítimo (e deixem-me acrescentar, com todo o respeito, que o mais ilegítimo dos Governos, porque nem de eleições resultava, foi aquele - e outros que tais - em que participou Adriano Moreira como ministro do Ultramar com Salazar a primeiro-ministro).
Mas vamos admitir que a divergência entre as promessas e as práticas deste Governo é algo nunca visto. Mas em que campo? O Governo está a alterar as leis eleitorais? Não! Está a restringir a liberdade de expressão? Não! Está a dificultar o recenseamento eleitoral? Não! Então em que sentido se caminha - como disse Soares e repetem pessoas que deviam ter mais recato - para uma ditadura? Acaso alguém desconhece que o Governo vai perder as próximas eleições? Em 2015? Ou seja dentro de pouco mais de ano e meio?
E revertamos a questão: por que razão aqueles que ficaram em minoria nas últimas eleições - seja Soares com 15% dos votos, seja o PS com cerca de 29% - hão de determinar quando cai este Governo? Porque, se fosse agora teriam maioria? Mas nesse caso não haveria eleições, bastavam sondagens!
O Governo pode ser demitido e limitado - mas pelo Parlamento, onde tem uma maioria, e pelo Tribunal Constitucional, o que tem acontecido, muito mais vezes do que o Executivo gostaria. O Presidente também pode dissolver o Parlamento e marcar eleições, mas isso é da sua competência e análise exclusiva.
Há muitas razões para não gostar deste Governo. Mas eu, sinceramente, fico preocupado quando percebo que pessoas que defendem a democracia se transformam em antidemocráticas e intolerantes apenas por discordarem radicalmente da política económica e social de um Governo que tem um mandato limitado no tempo e se rege por regras estabelecidas em democracia, não as tentando mudar. Fico preocupado quando vejo sindicatos agirem como se não houvesse lei; quando ouço militares falar como se devesse haver uma revolução; quando ouço o pai da nossa democracia fazer discursos que nada têm a ver com a realidade ( nem os dirigentes do PS ou do PCP aplaudem certas passagens, por serem demasiado radicais ).
Fico preocupado porque em circunstâncias em que há condições para grande radicalismo, como são as crises agudas, cada um tem de assumir a sua quota de responsabilidade.
Assumi a minha em 1983, há 20 anos, quando defendi o Bloco Central para nos tirar da crise e colocar na Europa. Assumo agora quando digo que é preciso parar esta cavalgada radical que só nos conduz a caminho esconsos e perigosos.
Este Governo é legítimo! Claro que é! Digam mal, critiquem, votem contra no Parlamento, mas quaisquer outras ideias, sejam de "paulada" de "armas" de "ameaças" de não poderem ir para casa pelo seu próprio pé têm de ser combatidas com mais vigor ainda.
Não se brinca (nem se faz política fácil, populista) com coisas sérias. É muito popular dizer mal do Governo, mas os mais radicais podem crer que do modo que agem só lhe dão força. Como os grevistas dos transportes, que já conseguiram virar boa parte dos populares, contra eles, devido ao excesso de greves, também um PS colado ao excesso de radicalismo acaba a beneficiar o PSD.
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terça-feira, 15 de Outubro de 2013

Assuntos sérios

Com assuntos sérios ainda é preciso mais cuidado com os títulos. Quando se escreve ou se fala sobre palavras de um Chefe de Estado acerca de relações com outro País, é conveniente rigor. Não começar algo que ainda não existe é diferente de terminar com uma realidade já existente.
É estranha a vontade de "atirar achas para a fogueira" que só pode ser o resultado de quem distorce, exagera e amplia o que, de si, já é complexo.