quarta-feira, 30 de março de 2011

Interesse Patriótico

A propósito da decisão que mais importa a Portugal, este texto, muito claro, de João Lemos Esteves, no Expresso: http://aeiou.expresso.pt/jaime-gama-proximo-primeiro-ministro=f640833

13 comentários:

Hugo Correia disse...

Óbvio...

«Um Governo de Salvação Nacional

No primeiro artigo que escrevi neste espaço, disse que o mais difícil em Portugal é, normalmente, decidir o que é óbvio.
Sem dúvida que os impasses a que fiz referência na área do Ambiente, a propósito da próxima Cimeira de Copenhaga, podem dar o argumento de que esse bloqueio não é só nacional. Em parte, é verdade. Mas as decisões óbvias que Portugal deve tomar têm menor grau de dificuldade e de complexidade. Até porque dependem só de si próprio, no exercício dos seus poderes soberanos.
Por vezes, aquando de situações de emergência a nível internacional, convocam-se conferências ou cimeiras para tentar descobrir um caminho comum para a solução dos problemas. Portugal precisa de fazer o mesmo internamente.
Vai ser muito duro reduzir o défice orçamental para menos de 3% até 2013. Vai ser muito complicado diminuir o nível da dívida pública, no mesmo período de tempo, para (pelo menos) 60%. Vai ser muito complexo enquadrar, em termos sustentáveis para o Orçamento do Estado, os encargos financeiros decorrentes das sucessivas revisões do Plano Rodoviário Nacional. E por aí fora, com grande realce para o endividamento global da nossa economia e para a desertificação de cada vez maiores parcelas do nosso território.
O que se vai conhecendo, dia após dia, traz cada vez mais de volta a ideia não de um Governo de Bloco Central mas _de um Governo de Salvação _Nacional.
Sei que houve eleições legislativas recentemente. e ninguém nega que o Partido Socialista é o primeiro partido. Mas tudo isso é insuficiente.
O quadro é muito complexo porque, ainda por cima, o Presidente da República está em final de mandato. Mas parece-me evidente que as eleições presidenciais, cuja campanha está próxima, vão ter esse tema em plano cimeiro.
Na actual situação de Portugal, um Governo minoritário é, sempre, um breve interlúdio. O Governo tem de ser forte, tem de dispor de um apoio político forte e tem de contar com um primeiro-ministro forte.
Quem se candidatar às próximas eleições presidenciais deve, por imperativo patriótico, assumir este propósito perante os portugueses.»

Equinócios e Solstícios (131109)

http://comunidade.sol.pt/blogs/pedroslopes/archive/2009/11/13/Equin_F300_cios-e-Solst_ED00_cios-_2D00_-13-de-Novembro-de-2009.aspx

Anónimo disse...

Concordo plenamente com o texto...até António Vitorino poderia servir para o efeito...

Mas será que ainda ninguem percebeu bem que o problema é Sócrates, mas o PS não o quer substituir? É só atentar nas palavras de Assis no dia da discussão do PEC e compreende-se perfeitamente isto... Que é uma boa medida, sabemos que não é... mas são os políticos que temos... Se Sócrates não sai de cena assim, pode ser que com eleições lá vá... é esse o objectivo.

E um conselho para si, dr. Santana Lopes, é que não se exponha da maneira como se tem exposto. Dá a ideia que não que ver Passos Coelho como Primeiro-Ministro. Está a cair no erro de tantos que, correctamente diga-se, criticou...

Cumprimentos

pedromoura

Hugo Correia disse...

Outros ratings...

«O Rating é uma medida de qualidade de crédito, risco e solidez económico-financeira de uma entidade. Desta avaliação independente pode-se aferir da solidez financeira de uma entidade para cumprir os seus compromissos financeiros.

As notações de rating das principais agências, geralmente reconhecidas pelos financiadores e investidores, permitem ainda promover o prestígio e visibilidade internacional do Município, em comparação com os das principais cidades europeias notadas. De acordo com a classificação das agências de rating, Lisboa está entre as mais importantes cidades europeias, bem cotada com um rating igual ao da República (AA2; AA).»

http://www.cm-lisboa.pt/?idc=42&idi=33036

"Continuamos a subir nos rankings da competitividade que são afirmados no Mundo, ou a subir ou a manter lugares de destaque (...) no que respeita a avaliação do rating, da credibilidade, da capacidade desta Câmara Municipal. Mantivemos lugares cimeiros, o 5º lugar entre tantas cidades do Mundo, como cidade capaz de acolher congressos", destacou o Presidente cessante."

[2004-07-14]


Isto a propósito disto...

http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=15534

m disse...

Já nada disso existe.
Acabou-se o patriotismo.
O que existe é uma loucura completa de Poder e mentiras.
Desculpe falar assim,mas Portugal perdeu tudo há muito tempo.

Luis disse...

Caro Pedro Santana Lopes

Na TVI-24 acabei de escutar a sua referência ao autismo no retrato da situação que temos entre Presidência da República e Governo. Gostaria de o esclarecer que esse problema grave que referiu (e com o qual concordo) sucede porque a classe política assim o determinou. Essa classe política pode ter sido irresponsável, incompetente, etc, mas certamente que não padece de uma doença designada por autismo. Os autistas são pessoas que merecem respeito, o mesmo respeito que o actual Presidente da República devia ter por Portugal. Isso não transforma o PR em autista, mas, tão somente, naquilo que ele sempre foi. O meu filho de 5 anos é autista e não merece que um antigo Primeiro-Ministro de Portugal use esta expressão de modo tão ligeiro. Espero que compreenda a minha revolta e o sentimento que despoletou em mim a sua comparação. Também espero que não volte a usar essa expressão na sua vida profissional ou privada para qualificar cidadãos. O autismo é uma doença. Uma doença terrivel. Lamento o teor deste meu comentário mas deixou-me ainda mais deprimido do que a situação de Portugal me tem deixado.
Com os melhores cumprimentos.

Carlos Alberto disse...

Juro que depois de ter sido durante tantos anos seu admirador não esperava vê-lo desse lado da barricada! Sá Carneiro deve estar às voltas no túmulo, só falta o Pedro defender uma espécie de Conselho da Revolução, não?
Deixem os portugueses votarem e rectificarem o erro de à seis anos!

Pedro Ferreira disse...

Defender pela citação coisas destas é de quem ainda não acordou do cauchemar pré-Sócrates.

Com quem então Jaime a PM...um altíssimo executivo, com provas dadas na gestão das Finanças, com ideias para o País em bibliografia exuberante, uma grande escolha de determinação musculada...

E porque não Adriano Moreira? E que acha de Almeida Santos? E Freitas? Não seria melhor Barreto?
As reservas a Cavaco não o recomendam? Ou Sampaio que agora acha que não há vida sem Orçamento. Ou até Soares que num instante punha a Europa a avançar...Quiçá mesmo o eterno da CGTP...

Esta opinião quanto ao Gama não passa de deambulação à revelia de um módico de bom senso político, não é mais que uma fantasia num País à deriva.

Tal qual como no último governo AD.

Sem legitimação do PM em eleições, não serviu para nada, não deu para retirar ilações do nada que foi, nada ficou para memória futura.

Quando assim é só resta dizer, pobre Povo que está tão bem iluminado por estas luminárias.

E ainda há quem diga mal do único que ainda conserva umas móleculas de tranquilidade em Belém.

o cusco....... disse...

Brilhante o Dr. Bagão Félix

http://economico.sapo.pt/noticias/a-culpa_114480.html

Fica aqui tudo explicado de forma clara e enérgica…

Dina disse...

Caro Dr Pedro ,
Vou desviar um pouco para dizer que em cada dia que passa , fica muito mais claro que, a despeito de tudo o que vamos ter que passar, Portugal já agiu bem , pois optou por estancar o Monstro.
Não é de admirar todos estes desiquilibrios nas taxas de juro, pois não podemos esquecer, que isto só está a acontecer ,porque Portugal chegou a uma situação muito dificil, tal qual uma empresa técnicamente falida.
(Mas,tenho que fazer aqui uma entrelinha, para lembrar que, a quando da última dissolução do Parlamento , não me lembro de haver tanta subida na taxa de juro , ou que o País tivesse entrado em pré-Bancarrota, como agora, por causa disso ).
Quero com isto dizer que a debilidade de Portugal é agora total e está a chegar ao fundo do poço .
Custe o que custar , está na hora de se fazerem as contas muito claras e depois viver com o que se puder viver, para iniciar o único caminho possivel : subir para sair do poço.
Haja o que houver , Portugal tem que saber que já agiu bem e tem que ter a coragem para , com muito cuidado , continuar a agir bem .
O meu Portugal vai conseguir ! Nobre Povo !
Cptos

Anónimo disse...

PORTUGAL PRECISA – NO MEU ENTENDER – DE HOMENS QUE SAIBAM O QUE QUEREM E PARA ONDE VÃO!

Criaram-se determinadas ideias e expedientes, tidos como modo de vida, que condicionaram irremediavelmente a independência das pessoas e do País.

Deixámos de produzir, abandonámos os campos, o mar, as fábricas, e demos prioridade ao lazer, aos cartões de crédito. Desabituámo-nos de trabalhar.

É preciso dignificar novamente o Trabalho!

Portugal precisa urgentemente, de quebrar este ciclo de negação Pátrio. Defender as cores da Bandeira, interromper incondicionalmente a vida partidária. Esquecer a palavra democracia e entregar o poder a um grupo de técnicos reconhecidos. Convidar os políticos a arranjar emprego ou emigrarem. Instalar no País um regime de excepção que acabe com a má influência dos comentadores políticos e dos jornalistas oportunistas e alarmistas.

Reduzir os deputados até ao limite de 50 e sempre que necessário convocar especialistas quando os casos exijam, que poriam ao serviço da Pátria os seus conhecimentos técnicos, em regime pontual. Acabar com as fortunas pagas a empresas de consultadoria e de advogados. Todo o cidadão tem o dever de se colocar ao serviço da Pátria.

Retirar a políticos (todos) e quadros superiores do Estado, todos as benesses e retribuições que fossem para lá do vencimento. Se se pretende atribuir prémios de desempenho por um lado, então que se criminalize a incompetência.

Neste momento, nada disto se pratica e o resultado, é público. A falência da Nação Portuguesa!

Precisamos de um Presidente que decida, um Governo que governe e uma Assembleia Nacional disponível e de carácter apenas consultivo. O pluralismo democrático é um dos maiores inimigos da evolução e do progresso. Só assim nos libertaremos das amarras de um regime que é assassino ou não estaríamos na situação em que nos encontramos.

A convocação de eleições, é a prova de que as instituições ao mais alto nível estão reféns de uma Constituição retrógrada, e do esvaziamento completo de capacidade da melhor decisão. A que melhor convém ao País.

É preciso dizer basta a este regime parlamentarista. Como se pode incorrer no erro de convocar eleições, cujos resultados serão ditados novamente pelo povo, que desde há 37 anos tem feito as piores escolhas?

Caros amigos, o povo, na sua ingénua decisão, levado a pensar que é quem mais ordena, tem demonstrado não estar vocacionado a escolher os mais aptos à governação. Cabia ao Senhor Presidente, hoje, ter optado pela formação de um governo dos melhores. Ou a situação é tão normal como desprezível.

Para terminar, quero apenas dizer que a democracia, é um expediente apenas tolerável em países com recursos ilimitados, onde todo o desperdício é a ínfima parte do muito que se pode desperdiçar!

Tudo isto no Interesse da Pátria, mas com outros actores, ou alguns regenerados, que submetam o País ao crivo da sua decisão. Um país com partidos jamais será UNO e INDEPENDENTE!

Com os meus cordiais cumprimentos,

João Gomes

João disse...

PORTUGAL PRECISA – NO MEU ENTENDER – DE HOMENS QUE SAIBAM O QUE QUEREM E PARA ONDE VÃO!

Criaram-se determinadas ideias e expedientes, tidos como modo de vida, que condicionaram irremediavelmente a independência das pessoas e do País.

Deixámos de produzir, abandonámos os campos, o mar, as fábricas, e demos prioridade ao lazer, aos cartões de crédito. Desabituámo-nos de trabalhar.

É preciso dignificar novamente o Trabalho!

Portugal precisa urgentemente, de quebrar este ciclo de negação Pátrio. Defender as cores da Bandeira, interromper incondicionalmente a vida partidária. Esquecer a palavra democracia e entregar o poder a um grupo de técnicos reconhecidos. Convidar os políticos a arranjar emprego ou emigrarem. Instalar no País um regime de excepção que acabe com a má influência dos comentadores políticos e dos jornalistas oportunistas e alarmistas.

Reduzir os deputados até ao limite de 50 e sempre que necessário convocar especialistas quando os casos exijam, que poriam ao serviço da Pátria os seus conhecimentos técnicos, em regime pontual. Acabar com as fortunas pagas a empresas de consultadoria e de advogados. Todo o cidadão tem o dever de se colocar ao serviço da Pátria.

Retirar a políticos (todos) e quadros superiores do Estado, todos as benesses e retribuições que fossem para lá do vencimento. Se se pretende atribuir prémios de desempenho por um lado, então que se criminalize a incompetência.

Neste momento, nada disto se pratica e o resultado, é público. A falência da Nação Portuguesa!

Precisamos de um Presidente que decida, um Governo que governe e uma Assembleia Nacional disponível e de carácter apenas consultivo. O pluralismo democrático é um dos maiores inimigos da evolução e do progresso. Só assim nos libertaremos das amarras de um regime que é assassino ou não estaríamos na situação em que nos encontramos.

A convocação de eleições, é a prova de que as instituições ao mais alto nível estão reféns de uma Constituição retrógrada, e do esvaziamento completo de capacidade da melhor decisão. A que melhor convém ao País.

É preciso dizer basta a este regime parlamentarista. Como se pode incorrer no erro de convocar eleições, cujos resultados serão ditados novamente pelo povo, que desde há 37 anos tem feito as piores escolhas?

Caros amigos, o povo, na sua ingénua decisão, levado a pensar que é quem mais ordena, tem demonstrado não estar vocacionado a escolher os mais aptos à governação. Cabia ao Senhor Presidente, hoje, ter optado pela formação de um governo dos melhores. Ou a situação é tão normal como desprezível.

Para terminar, quero apenas dizer que a democracia, é um expediente apenas tolerável em países com recursos ilimitados, onde todo o desperdício é a ínfima parte do muito que se pode desperdiçar!

Tudo isto no Interesse da Pátria, mas com outros actores, ou alguns regenerados, que submetam o País ao crivo da sua decisão. Um país com partidos jamais será UNO e INDEPENDENTE!

Com os meus cordiais cumprimentos,

João Gomes

Anónimo disse...

Portugal só precisa de uma coisa:Honestidade,com o povo,com as finanças,com as promessas,com o país e com quem nele vive.
moreno

o cusco....... disse...

Quem não é NADA patriótico é o PM humilhado. “Não mandes em quem mandou nem muito menos sirvas a quem serviu”!!!!
Não foi a criatura que se auto chamou de uma Fera escondida ou algo assim? Pois bem, agora soltou a Pantera que tinha dentro e está tudo estragado. Parece a Diana dos “Laços de Sangue”!!!
O arrogante de pele de cordeiro, manda o capacho das Finanças dizer que com o Governo demitido não há condições para pedir ajuda se necessária, fazendo o de sempre braço de ferro nefasto e já irritante do escroque socialista. É incrível como é ditador, nojento e arrogante o gajo. Não dá um único ponto sem nó e sempre a pensar numa coisa e só, ele mesmo!!!!!
Afinal os truques de contas escondidas não deram em nada e o défice de 2010 passa os 8%!!! Roubando as palavras ao Dr. Bagão Félix “a culpa” é também e certamente do PSD e CDS!!!
E vamos ter que assistir a isto mais 3 meses?