quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Até com as crianças?

Voltando à campanha da Ilga, com o patrocínio da CML, a questão que hoje coloquei a António Costa tem a ver com o facto de a campanha questionar directamente as crianças. Crianças que passam na rua e lêem tudo . Lêem e perguntam aos Pais. E acontece que há etapas na formação dos seres humanos. Etapas definidas até nos curriculas oficiais. Que sentido faz esta campanha?

8 comentários:

maria disse...

Não faz sentido nenhum e muito menos faz sentido ou é correcto ser patrocinada pela Câmara Municipal de Lisboa...

Enfim!

Bjs :)

Anónimo disse...

Esta é uma das vertentes de doença mental que grassa por aí. A promoção activa da homossexualidade, como contraponto à "discriminação".

Se eles precisam de acompanhamento psicológico, alguém os interne. Pode ser na Roménia, onde havia muitas infra-estruturas do género!...

PC

Luis Rainha disse...

E agora são esses tais "curriculas"(sic) oficiais (?) que determinam a realidade?

JA disse...

Vivemos numa sociedade em que o fácil acesso à informação é uma realidade, em todas as faixas etárias.
Infelizmente ainda temos muitos pudores relativamente a muitos assuntos, especialmente no que respeita à sexualidade. Por sua vez, as crianças são cada vez mais precoces na abordagem da mesma.
Esta campanha faz alusão a uma questão que está na ordem do dia, e é fundamental que todos reflictamos sobre ela. As crianças questionam? Muito bem, os pais, ou outros elementos que sejam questionados...respondem! Queremos crianças informadas e inseridas na sociedade, que pensem nas questões da sociedade em que vivem. O único problema é que os próprios educadores não pensam muito sobre o que os rodeia, ou não têm real capacidade de explicar o mundo de forma adaptada.
É interessante verificar o argumento usado contra esta campanha, a susceptibilidade das crianças. Elas têm fácil acesso a tudo o que é informação, são bombardeadas com publicidade, a violência é-lhes mostrada das mais variadas formas, mas só quando se fala de homossexualidade é que há um grande problema.
Para além do mais, duvido que crianças com idade inferior a 6 anos consigam ler a frase inscrita no cartaz e façam perguntas sobre o tema. Mais facilmente questionarão se ouvirem falar na rua, ou se eventualmente acompanharem os serviços televisivos noticiosos (vamos também evitar que sejam proferidas palavras relativas a sexualidade nos jornais? Se assim for ao menos que seja o primeiro ministro a tomar a iniciativa!)
Conhecer a realidade, e pensar sobre ela, é um espírito que deve ser sempre enaltecido.

Anónimo disse...

A partir do momento em que a homossexualidade é considerada apenas mais uma orientação sexual, como se o sexo fosse uma orientação livremente escolhida, porque não aceitar esta actuação e mais outras que por aí venham? E virão outras, poderemos estar seguros.
Grave é que políticos prestigiados e com posições muito claras sobre muitas coisas sejam omissos em lutas como estas, não passando do enunciar de simples paracoadas como o "não concordo mas é tudo uma questão de orientação".
Realmente tudo começa na orientação, onde acaba a orientação depois de começada já é mais difícil mas muitas vezes é no precipício, como diziam e bem os nossos queridos paizinhosque nos deram uma educação com liberdade mas também com limites

Alberto disse...

"A família, terreno onde nascem mentiras, traições, mediocricidade, hipocrisia e violência, será abolida. A unidade familiar que apenas deprime a imaginação e verga o livre arbítrio, tem de ser eliminada. Rapazes perfeitos serão concebidos e desenvolvidos em laboratórios genéticos.Serão educados em estabelecimentos comunitários sob a orientação e instrução de sábios homosexuais. ( in "Manifesto homossexual" de Michael Swift,publicado na revista Gay Community News em Fev/1987).
Será que algum desses sábios já está contratado pelo Sr. Costa?
Dir-me-ão que agora já não é assim, tal como os comunistas actuais já não se revêm(?) no Manifesto Comunista de Marx.
Leitura aconselhada (a do 1º manifesto) contudo para perceber algumas das coisas que poderemos assistir se ficarmos impávidos.

silva disse...

Esta hipersexualização que se impõe como característica predominante da nossa época, é-nos vendida como uma conquista da liberdade. Como nos afirmam igualmente que a sexualidade humana é benéfica, que não tem mal nenhum submetê-la a estímulos permanentes...Uma sexualidade desatada como a que nos é proposta pela nossa época destrói-nos a humanidade, convertendo-nos numa massa de carne entediante que não deseja outra coisa senão a satisfação dos nossos apetites, em porcos satisfeitos, foçando na pocilga dos próprios instintos... Ao contrario da sexualidade animal,a sexualidade humana é infinitamente imaginativa.
Algumas palavras de senso comum de J. M. de Prada, reaccionário como eu!

Tiago Isidro da Costa disse...

Nenhum! É uma pouca vergonha!