quinta-feira, 7 de maio de 2009

Entrevista

Entrevista, hoje, ao Diário Económico, em


http://videos.sapo.pt/kjl5cCOSz1dAzrU0WP1q

7 comentários:

M. N. Silva disse...

Se o PS ficasse empatado com o PSD-CDS, será que Sócrates se demitia?

Não me parece o tipo...

Flor e Bela Silva disse...

Dignissimo Dr. Pedro Santana,
Neste apontamento de notícia é bastante coerente a sua opinião e esclarecedora, se me permite o meu humilde comentário.
Focando a política associada á musica temos aqui precisamente o Dueto - Ele ou Ela .
Bem pela longevidade e antiguidade da Líder laranja ganha pela antiguidade ... Pela teimosia e intransigência ganha "Silverbrain".
Siceramente venha o diabo e escolha...
"Ai meu Deus" temos que rever este genérico americano para adivinhar quem sucumbirá.
Faz falta o Vasco Granja ...
That's all Falks

FLOR

Lynce disse...

Concordo totalmente, e sem reservas, com a sua posição manifesta em entrevista ao DE.
O PS actualmente é composto por gente que não inspira confiança, e diria mais: este PS é uma fraude!
Como nota, alerto para o facto do link, provavelmente, não estar bem inserido.

Sandra N. Martins disse...

Basta estar-se atento ao perfil pessoal (para além do político) de Manuela Ferreira Leite e José Sócrates para se concluir que a concertação entre eles é inviável. Isto, para além da questão de saber se seria ou não aconselhável. No que me diz respeito, não me parece que o PSD deva aceitar ligações a um líder político como José Sócrates, cuja gestão se tem pautado por uma errada condução da economia, apoiada sobretudo na asfixia fiscal da classe média e das pequenas e médias empresas, por uma artificial aproximação à esquerda em período pré-eleitoral e pela ineficácia na resolução dos problemas cada vez mais graves do ensino, da justiça e da saúde.

É também claro que precisamos de uma nova ordem de valores na política, que venha atenuar o fosso cada vez maior entre eleitores e eleitos e que se traduz nomeadamente em níveis de abstenção preocupantes.

Não me parece, a este respeito, que a população portuguesa compreendesse esse suposto entendimento (apenas entre dois dos partidos representados na Assembleia da República) que tantos apregoam como necessário.

Paula M. disse...

O PSD tem que ter a capacidade de apresentar propostas aos Portugueses que os façam ver que nós somos a alternativa credível.Aceitar o Bloco Central seria ajudar o PS a continuar com esta pobreza de soluções que eles tem para Portugal.Bloco Central com este PS?JAMAIS:

Florbela da Silva disse...

Dr. Pedro Santana Lopes
Boa noite,
A propósito ainda da sua entrevista no DE e corroboando com a sua opinião, apraz-me tecer o seguinte singelo comentário, acerca de gestão de dinheiros públicos:
1. Tinha á volta de 7 anos de idade quando vinha da Escola Primária na Encarnação, sendo que, era da praxe todos os "miudos" passarem á porta de uma mercearia e tirarem uma peça de fruta.
Um lindo dia para ser igual aos meus colegas, tentei tirar um bago de "uva", no mesmo instante que fazia o gesto para tirar o bago, inesperadamente levei uma ferroada de uma abelha na mão direita.
Conclusão:
Ficou para mim registado que pertencia a uma geração da "abelha maia", percebi que jamais deveria mexer no que não me pertencia, em especial em coisas públicas.
Seria de facto benéfico, para todos aqueles que queiram fazer ou estar na política, serem mordidos por algum tipo de insecto, sempre que tivessem a tentação de fazer "chantagem", "roubar" ou "subtrair" o que nos pertence a todos por Direito - Coisas públicas.

Julgo que ambos percebemos esta linguagem.
Carpe Diem
Flor

Francisco Azevedo Brandão disse...

Excelente e lúcida entrevista de Pedro Santana Lopes. Quanto à política nacional, de que conhece profundamente, frisou que um governo de bloco central era inviável até porque José Sócrates e Ferreira Leite são duas personagens completamente antagónicas: Sócrates tem ambição de protagonismo político, Manuela Ferreira Leite tem procupações sociais.
Estou totalmente de acordo com Santana Lopes quando diz que Manuela Ferreira Leite irá vencer as próximas eleições e que se houver uma minoria dever-se-ia constituir um governo de salvação nacional com a participação de todos os Partidos com assento na Assembleia da República. É uma visão política de grande alcance para tirar este país do lamaçal em que o governo do Partido Socialista o mergulhou.