domingo, 7 de dezembro de 2008

Educação

Um Pacto Nacional para a Educação, exactamente para permitir que quem venha depois de cada Governo não ponha em causa a Política desenvolvida nas linhas- mestras que assentem no tal consenso alargado.
Está claro que é o desenvolvimento na Educação formativa que falta, e muito, ao País. Por isso mesmo, é essa a área que exige um acordo estável sobre a estruruta do nsistema de Ensino e as suas regras fundamentais: escolaridade obrigatória, graus de Ensino, carreira Docente, gestão das Escolas, estatuto do Aluno, autonomia universitária, manuais escolares.
O País não suporta mais tempo as alterações permanentes nas regras que regem o sistema Educativo. Os Alunos, os Pais, os Professores, não podem continuar a viver nesta intranquilidade.

8 comentários:

www.portugalclub.org disse...

O PORTUGALCLUB, dedica todo o dia de hoje Domingo 07\12\2008 , em homenagem ao Nosso Ilustre Embaixador de Portugal no Brasil. O Portugalclub embora triste por perder no Brasil, o melhor que temos na área das Necessidades, mas lhes desejamos um Feliz Natal junto com sua família, em Trás os Montes, e muitas felicidades em seu novo posto de trabalho em França. E ficaremos orando a DEUS, que muito em breve o possamos aplaudir como mandatário do Palácio das Necessidades, e até residindo no Palácio de São Bento, onde PORTUGAL tanto precisa e Necessita de Homens capazes com muita urgência. O Embaixador nos prova com seu trabalho, que os portugueses podem acreditar que PORTUGAL ainda possui homens capazes, competentes , honestos para lhes levantar O Estandarte da Vitória. Bem Haja Dr. Francisco Seixas da Costa por existir e tudo de si doar em beneficio desta Pátria e sofrido POVO LUSITANO. Companheiros o dia de hoje só receberá mensagens alusivas a pessoa do homenageado no dia de hoje pelo PORTUGALCLUB. Outras matérias, serão retidas para publicação a partir de amanhã. agradecemos a compreensão. Receba Sr. Embaixador Um Grande Abração de toda a Família do PORTUGALCLUB. Casimiro Martins Rodrigues - Presidente do PORTUGALCLUB www.vozdecardigos.com

Vocas disse...

Bom dia!
Finalmente umas palavras dedicadas à Educação. Fico perplexa quando não se passam para a opinião pública as verdadeiras razões que levam os professores a não poderem aceitar este Estatuto e este "Modelo". Porque é que não se convida alguém das Ciências da Educação que dê um parecer científico a este "Modelo" e que obviamente o considere sem rigor algum, uma vez que, a ser plausível, o número de aulas observadas teria que ser no mínimo trinta, e mesmo assim com uma margem de erro estatístico de 5%...
(e este seria ainda assim o único item pelo qual os professores deviam ser avaliados...o seu desempenho no terreno).
Como é que orquestram um "Prós e Contras" em que as únicas escolas em que "supostamente" o dito "Modelo" está a ser aplicado são exactamente aquelas cujo Corpo Executivo é precisamente ocupado por militantes Socialistas (diria fundamentalistas...)
Enfim... ando triste, mas este é o País que hoje temos... uma vergonha!
Um bom feriado!
Beijinhos

carlos disse...

Dr.Pedro Santana Lopes,boa tarde.
Não tendo outros dados,que não o que se vai escrevendo nos jornais e a experiência,como aluno em escolas de muita exigência,associados à amizade que me liga a alguns professores,alguns dos quais da minha família,julgo que a ministra tem razão em querer avaliar (ou pelo menos se avalie) os professores.O que,de facto e efectivamente,eles não querem!
Tenho um amigo meu que diria,nestas circunstâncias,que este assunto merecia uma conferência de imprensa.Eis porquê:
1º-Toda a sociedade e cada cidadão está sujeito a avaliação,seja pela empresa onde trabalha,seja enquanto estuda,seja pelos seus concidadãos.
2º-Dessa avaliação,resulta o progresso na empresa,o sucesso nos estudos,o prestígio social.
3º-A avaliação a que é sujeito vai servir de base a que,mais tarde,possa avaliar senão com justiça,pelo menos com pudor.
Ora o que aquela gente do sindicato
não quer e não consente ser é ser avaliada e como tal contesta a forma e o método de ser avaliado.
Quando em 74 os comunas tentaram tomar conta de Portugal,a primeira coisa que consideraram - isto é dos manuais - foi a destruição do ensino.Daí,que se introduzissem praxes na instrucção primária e no curso dos liceus,isto é,quando os alunos deveriam empenhar-se a adquirir conhecimentos,eram solicitados a dar vazão aos instintos muito primários que a sua idade não poderia NUNCA entender.Esta situação,por seu lado,justificava as ausências dos professores pois a rapaziada estava a humilhar colegas o que,bem pensado,pode ser uma forma de avaliação e se estavam em avaliação não podiam,em simultâneo,aparecer nas aulas.
O que se viu nas televisões não deveriam ter perdão:jovens analfabetos na rua a fazer comentários sobre política de educação e injuriando a ministra.
O sr Sarkosy dizia na campanha eleitoral:"porque não se deve chamar bandido a um bandido?" e eu daqui,pergunto porque não se deve insurectos aos alunos e indignos aos professores?
É muito pouco o espaço para descrever a revolta pela imposição de manuais escolares todos os anos apenas porque uns tantos têm uns tostões garantidos.
No século passado,quando estudei,a poesia do Augusto Gil foi aproveitada para:
"para quem já é professor
sofra tormentos,enfim
mas aos cábulas...Senhor
porque lhes dás tanta dor
porque padecem assim?"
Hoje os cábulas não padecem;estão no Sindicato de braço dado com os professores.
Um abraço do
carlos monteiro de sousa

Ricardo Araújo disse...

Boa noite Dr. Pedro Santana Lopes a educação em Portugal está pior do que nunca.
Os professores estão esgotados, os alunos cada vez aprendem menos.
Realmente tem de haver não um pacto mas sim um plano de educação, plano esse que ouça todos os intervenientes, intervenientes esses que no essencial devem ser os professores, os alunos e os pais destes, não podemos fazer um plano só a ouvir os sindicatos e os representantes dos pais.
As escolas como estão são autênticas cadeias de miúdos, onde eles passam lá mais horas do que qualquer trabalhador no seu emprego.
As aulas de substituição são autenticas aberrações, as aulas de 90 minutos são autênticos atentados, o prolongamento dos horários só veio prejudicar o principal actor ou seja o aluno.
A burocracia nas escolas é tanta que os professores não têm pachorra para ouvir os alunos, pois estão completamente desmotivados.
Como pai e encarregado de educação apelo a V. Exa. que rapidamente faça alguma coisa pela educação deste País, senão estaremos a contribuir para o maior insucesso escolar de todos os tempos.
Um grande abraço, cordialmente.
Ricardo Araújo.

Vocas disse...

Não posso deixar de responder, como é óbvio, ao comentador Carlos. É que os professores SEMPRE foram avaliados. Eu própria, com duas licenciaturas e uma pós-graduação, sempre que subi de escalão na carreira tive que me submeter a Acções de Formação obrigatórias e elaborar Relatórios de Desempenho Profissional. Mas as pessoas desconhecem estes factos e o que a Senhora Dona Ministra (que eu também sou do século passado e assim se tratavam as senhoras)pretende (e pelos vistos consegue) é enganar a opinião pública, passando a idéia que os professores não querem ser avaliados. FALSO.
Em jeito de conclusão... fui entrevistada no outro dia e convidei quem quisesse, a assistir às minhas aulas, propus-me mesmo passar a fazer aulas abertas ( mas por favor não me combinem as datas que é para eu não poder ceder à fantochada deste "Modelo" )...
Claro que a entrevista não passou... vá-se lá saber porquê...
Saudações!

Anónimo disse...

Por falar de intranquilidade... Serão benéficos concursos para professores por um período de "cinco anos"? Milhares são os professores, já com vários anos de serviço, que se encontram colocados a centenas de quilómetros da família. Esta situação, será tudo, menos tranquila e em nada beneficia o sistema de ensino. A obrigatoriedade de colocação, reflecte um tratamento desumano para com os docentes…

plsj@clix.pt

Anónimo disse...

Por falar de intranquilidade... Serão benéficos concursos para professores por um período de "cinco anos"? Milhares são os professores, já com vários anos de serviço, que se encontram colocados a centenas de quilómetros da família. Esta situação, será tudo, menos tranquila e em nada beneficia o sistema de ensino. A obrigatoriedade de colocação, reflecte um tratamento desumano para com os docentes…

plsj@clix.pt

Luísa Costa disse...

Caro Pedro,

Enquanto procurava alguns recursos para as minhas aulas de ciências, descobri este vídeo no Youtube (pela data que aparece, tinha sido acabado de ser colocado on-line) que me pareceu transmitir na perfeição aquilo que a nossa ministra ainda não conseguiu perceber...
Deixo-lhe aqui o link: http://www.youtube.com/watch?v=FJSjwlTJ-BY

Com votos de sincera consideração,

Luísa Costa