quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Continuemos

Estive a assistir à entrevista de António Costa`à SIC Notícias. Por agora, sem comentários. Às respostas, mas também às perguntas. Só uma referência: pela primeira vez, numa entrevista a um candidato à Câmara de Lisboa, não foi perguntado se fica no Executivo, caso venha a perder as eleições. A pergunta da sempre simpática e capaz jornalista foi ao contrário: sente-se aliviado, porque. se ganhar, não vai ter o seu adversário como Vereador?...
Calma. Continuemos com calma.

15 comentários:

Rui Rodrigues disse...

É com calma, e fazendo as coisas bem feitas, que vai voltar a ganhar Lisboa.
Percebe-se pelo nervosismo da dupla Antonio Costa/Sá Fernandes que eles sabem que as coisas se estão a pôr feias para o lado deles.
Mas o caminho é longo e as rasteiras vão ser mais que muitas.
Algo a que está habituado.

nós por cá.... disse...

Dr.Pedro Miguel
Uma das diferenças entre o Presidente da Câmara de Lisboa e os outros Candidatos é que tem mais tempo de antena.É PS.Só por isso já tem mil portas abertas ( e outras milhares fechadas...só que ainda se vê luz do outro lado e dá a impressão de que se pode entrar...).É amigo do amigo do amigo Chavez.Aquele que os filhos do tio são um grande incomodo,uma grande maçada,gente sem gosto nenhum..Onde se viu ir para a China mostrar os músculos,quando a Caparica tem quilómetros de Praia e na "Linha" tem casa,cama e esperamos que roupa lavada?
Seria positivo para o mesmo se o soubesse aproveitar,o tempo...de antena.Mas não.
Tempo é coisa que já não tem para fazer obra em Lisboa e antena...nem a parabólica da NASA o safaria.
Pode falar muito.Ter muitos programas de falatório tagarela.Ser convidado pelo mano para mil debates de campanha camuflada.Tentar denegrir os outros candidatos.Pode tudo,como bom PS.Mas não pode fazer com que os votantes se esqueçam de quem realmente deixou obra feita,de quem no mesmo tempo de Câmara fez tanta coisa e que ele,António Costa não aproveitou o tempo dele para fazer alguma coisa,além de deixar Lisboa mergulhada no horror de transito,buracos,passeios cheios de carros onde nem uma pessoa pode passar sem andar aos encontrões com os mesmos,sem espaço para uma cadeira de rodas andar livremente,passadeiras invisíveis,esplanadas cheias de entulho,papeis,manchadas de café com leite,de arrumadores cada vez mais arruaceiros que gritam uns com os outros e lutam ás vezes ao punho por uns metros de rua para extorquir aos alfacinhas uns euros á parte dos que têm que pagar á Câmara apesar de as ruas lhes deixarem os carros destroçados,deixar uma Lisboa antiga coberta de graffitti barato e decadente que cobriu parte da cidade do século XVIII,uma cidade morta,zombi,sem direcção,sem alegria,sem energia,sem "luz",sem ideias,sem maneiras....empobrecida,exausta de lutar contra os larápios,contra os marginais que a pintam de cores berrantes sem pensar na pedra velha,gasta,que se estraga para sempre....Costa deixa um campo de batalha com os cadáveres por retirar.................Nós por cá sabemos,vemos,sentimos,respiramos a diário a cidade que deveria ser ,como diz o slogan de Milão,a cidade das cidades,e está neste momento em agonia terminal......

Maria Lisboa... disse...

LISBOA NÃO SEJAS DO COSTA,TU ÉS DO SANTANA,TU ÉS SÓ PARA NÓÓÓÓÓS!!!!

António Prôa disse...

Tão pouco foi colocado o cenário de derrota do PS... Coisas...

words disse...

A entrevista a António Costa foi um monumento ao pior que há no jornalismo português. Parece-me preferível a agressividade facciosa e o protagonismo exacerbado de Manuela Moura Guedes àquela amostra de imparcialidade «cool», simpática, «anfitriânica», de Ana Lourenço.
Tinha por esta jornalista uma simpatia rara pela calma e equilíbrio que parecia pôr nas conversas com os seus convidados. Isso acontece, à vista desarmada. Mas, depois de um olhar mais atento, o que se vê é alguém aparentemente desinformado que ali estendeu o tapete encarnado ao irmão do seu chefe, Ricardo Costa.
Como pôde Ana Lourenço aceitar, sem contrapôr - com informação rigorosa a que certamente tem acesso - as inverdades de António Costa sobre a Cidade sem Planos ou a Câmara sem dinheiro.
Todos sabem, sem esforço, que, por exemplo, foi João Soares quem deixou cair o emaranhado de Planos lançados eternamente por Jorge Sampaio, por não conseguir dar resposta rápida ao queria fazer em Lisboa. Os casos de obras ilegais multiplicam-se, do Braço de Prata ao Palácio da Ajuda, passando pela Av. José Malhoa etc.
Todos sabem, sem esforço, que foi no tempo de Pedro Santana Lopes que se retomou a planificação com os trabalhos do novo PDM e o avanço nos Planos de Pormenor anteriormente esquecidos.
E, quanto às contas, porque não terá a «esfinge» estudado a situação das dívidas da CML em 2001, sem possibilidades de recurso a empréstimos nem de Fundos Europeus, nem desculpas para não fazer obra alguma? Ou será que teve acesso a essa informação e deixou correr o marfim?

António disse...

Boa tarde.

Convenhamos que Portugal não pode limitar-se a usar pessoal político do nível de António Costa como vereadores.

Para isso há a 2ª e 3ª linhas do pessoal político.

Anónimo disse...

Continue calmo, mas tenha muita atenção às armadilhas que andam a montar...

Beijo,
teresa

Anónimo disse...

Ao António Prôa:

Parabéns pá! Não te esperava ver por cá!

Especialmente, depois das fugas de informação que cozinhaste com a Gabriela Seara no último ano de mandato do Dr. Pedro Santana Lopes!

Já estavas feito com o carmona...

técnico superior CML

Ricardo Araújo disse...

Boa noite Dr. Pedro Santana Lopes também estive a ver a entrevista e no final cheguei à conclusão que o executivo liderado por António Costa nada fez, tendo deitado as culpas para os executivos anteriores, com a desculpa que não tinha dinheiro.
Disse ainda que este ano já se está a fazer algo pois as finanças já estão melhores e por isso já se faz algumas obras, não tendo a locutora interpelando António Costa, perguntando-lhe “se não estava a lançar obras este ano, porque era ano eleitoral?”,
Quanto ao conteúdo da entrevista em si, foi muito fraca, e nem uma única vez a locutora contrapôs António Costa, de maneira a que se esclarecessem os Lisboetas.
Espero que os Lisboetas não se deixem enganar por este tipo de propaganda, uma vez que o Partido Socialista é especialista em propaganda demagógica.
Um grande abraço, atenciosamente.
Ricardo Araújo.

Anónimo disse...

Na SIC impera a linha doutrinária de Biedelberg.Primeiro está a sobrevivência, depois o jornalismo. Há algumas excepções, mas como agora é moda não se dizer ao doente que está doente e ao morto que já morreu, também não se perguntam coisas muito incómodas ao governo ou ao PS.
Excepção é Mário Crespo. O único.
Assim esse gorducho de ar acarilado e bonacheirão, o Dr António Costa, que é muito esperto e quer é não ter muito trabalho cuidando da imagem de modo a que pensem que é de esquerda, vai debitando banalidades no meio do balofismo político-doutrinário do PS.
A entrevista aliás devia ter sido com o Dr Sá Fernandes, porque a mim parece-me que ele é que faz alguma coisa na câmara.

Ana Saraiva

Brites de Almeida disse...

Dr. Pedro,

O quê esteve a perder o seu precioso tempo a ver coisas "COMBINADAS"? Por favor então não seria de ver que iria ser assim.

Eu cá não perdi tempo a ouvir respostas que sem ouvir as perguntas já as conhecia!

Há muito que todos nós reconhecemos, que "alguns" os jornalistas, favorecem o PS, com tanto descaramento, é que nunca tínhamos assistido ou talvez desta vez, não sejam os jornalistas a querer favorecer de livre e espontânea vontade, mas "OBRIGADOS", nos termos da "LEI da ROLHA". Pelo menos alguns, é claro que este não é o caso. Por isso tal como já havia escrito, raramente vejo as notícias da SIC, a SIC Notícias então é que desapareceu do meu comando.

Corrijo, ainda consigo ver um Jornalista da SIC, Mário Crespo. As RTPs, nem pensar.

Passei a ver notícias numa estação de televisão que não costumava ver, mas como neste momento ainda é aquela que me parece mais isenta é a que eu vejo. Talvez se todos assim fizessem talvez eles ficassem a falar para os "BONECOS".

Um fala mesmo com eles, como nada tem para fazer na CML, pois bastava olhar para dentro e logo veria aquilo que todos vêm, o outro além de quase ninguém o conseguir ouvir, caracterizou-se a si próprio, nem sequer foi a JSD.

Todos nós desde pequenos que conhecemos a história do boneco de madeira que por mentir lhe crescia o nariz. Era aquilo que a minha mãe me dizia quando eu era muito pequena. "OLHA QUE SE MENTIRES CRESCE-TE O NARIZ".

Esta história é muito conhecida e tem muitos anos por isso, não atribuam essa invenção aos JSDs.

ÁH, já agora ainda há muito caminho para desbravar é que eles não se misturam "COM GENTINHA", mas nós não temos esses problemas.

A Padeira
BAM

(sem rayas) disse...

A propósito da entrevista é bom recordar a Camara endividada ao tempo de João Soares e cuja responsabilidade cai ainda hoje, sabe-se lá por quê, em Pedro Santana Lopes...,
... o marasmo governativo em que sobressai o facto da "ideia de cidade" parecer ter fugido... , ...o conjunto de "anúncios" para este ano de eleições autárquicas que nos deixa cientes da publicidade que tenta ocultar as falhas... que provavelmente se imputarão (novamente) ao Presidente que se segue, como no passado recente...

Ricardo Campos disse...

I
Há algumas semanas em Lisboa, passava com um colega – também engenheiro - e assistia à forma como estavam a ser efectuados trabalhos de pavimentação, e lá comentávamos um com o outro - Como é possível que ainda haja técnicos, independentemente de serem internos ou externos, a realizarem mapas de quantidades de trabalhos e cadernos de encargos para empreitadas com soluções que conhecem à partida como de curtíssima longevidade? Alguns dos nossos colegas deviam poder fazer como os cirurgiões, quando recusam fazer algumas operações.
Hoje, ao ler o seu post e ao acompanhar toda esta profusão de acontecimentos em Lisboa, dou comigo a pensar numa frase que repetiu algumas vezes nas últimas directas:
“Francisco Sá Carneiro dizia muitas vezes, é legitimo exercer o poder, se o quisermos exercer por causa de um projecto. Não há nada mais triste do que ver as pessoas com o poder nas mãos, sem saber o que fazer com ele.”
E é o que mete mais dó em António Costa, alguém com o poder nas mãos sem saber o que fazer com ele.

II
Acabei de ler Dimensões Competitivas de Portugal escrito por alunos e professores de algumas universidades portuguesas, boa fundamentação técnica que ajuda a reflectir sobre como aumentarmos a nossa produtividade, a vantagem das pequenas e médias empresas numa economia global, que estratégia para a I&D e exemplos deliciosos de alguns sectores de referência nacional – um tesourinho.
Em tempos de recato, em que me inclino mais para a leitura do que para a escrita, deixo uma passagem fantástica do discurso que Winston Churchill fez na Câmara dos Comuns a 4 de Junho de 1940, em momentos de profunda incerteza quando a evacuação de Dunkirk tinha terminado – retiro-a da longa biografia que vou lendo aos poucos faz pouco mais de um ano, provavelmente já leu (dada a sua intensa preparação em todos estes anos que passaram), mas como é verdadeiramente deliciosa, vai com toda a certeza gostar de reler:
“We shall go on to the end, we shall fight in France, we shall fight on the seas and oceans, we shall fight with growing confidence and growing strength in the air, we shall defend our island, whatever the cost may be, we shall fight on the beaches, we shall fight on the landing grounds, we shall fight in the fields and in the streets, we shall fight in the hills; we shall never surrender, and even if, wich I do not for a moment believe, this island or a large part of it were subjugated and starving, then our Empire beyond the seas, armed and guarded by the British fleet, would carry on the struggle, until, in God’s good time, the New World, with all its power and might, steps forth to the rescue and the liberation of the old.”
Num tempo em que a coragem deve tomar o lugar da resignação, em que pode haver um caminho se houver ambição, como não lembrar Churchill.
Foi puxando pelo melhor de um povo, pelo orgulho nacional, pela bravura - que os ingleses se sentiram mobilizados a resistir e a lutar.
Em momentos de crise, todos temos de sentir os desafios colectivos como nossos (como se tratasse de desafios individuais), sabendo que ultrapassar as dificuldades está dependente do nosso esforço e do nosso trabalho.
É um mau caminho, este excesso de dirigismo do Estado na sociedade, na vida das pessoas, das empresas. É um apelo à inacção e a continuarmos à espera que D. Sebastião apareça numa qualquer manhã de nevoeiro.
2009 é também por isso, um ano, cada vez mais importante!

Lynce disse...

Ainda gostava de ver o António Costa a ser entrevistado na TVI...porque será que Sócrates e o PS declararam "guerra" à Televisão Independente? Se são as continuadas notícias dos compadrios e da corrupção que grassa no PS, porque não procedem criminalmente contra o canal generalista? Existem coisas que de facto o cidadão comum não entende.

jcrl disse...

Por favor, Dr. Santana, deixe-nos de vez em paz. A sua incompetencia conhecida nao serve para a minha cidade. Ja basta de estragar tudo onde se mete. Voce e um chato do caracas e nao aprende. Desapareca de vez, porra!
Ja sei que nao vai publicar este comentario mas pelo menos vai le-lo.