quinta-feira, 25 de abril de 2013

Corajoso

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Gostei muito do discurso de Cavaco Silva. Defendeu o que tinha de defender, lembrou o que tinha de lembrar. Desde há muito tempo que um Presidente não defendia os pontos de vista de uma maioria e de um Governo. E não deixou de falar no desemprego, de criticar a Troika, de censurar a União Europeia. Mas afastou, por completo, a ideia de crise política e sublinhou a urgência do crescimento económico. Enfim: Cavaco Silva foi corajoso. E insistiu com o consenso político. Como deve fazer o Chefe de Estado.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Antena Sòcrates




José Sócrates é assim: qual comentário, qual quê!... É aproveitar o tempo de antena e pronto.
Não estou a censurar. Cada um é como é... E se calhar, é ele que está certo.
Cristina Esteves esteve muito bem e perguntou o que devia perguntar.

domingo, 31 de março de 2013

Realidades

Os jornais já esclareceram. Mas, como houve quem pedisse para o fazer aqui, deixo claro, a propósito de declarações de José Sócrates, que o meu Governo não decidiu parcerias público - privadas, nomeadamente, rodoviárias. Procedemos à consignação da obra de uma, a A 17, por sinal, já anteriormente decidida. Ou seja, na prática, nenhuma foi de nossa iniciativa.
O que o Governo de José Sócrates recebeu, vinha já dos Governos de António Guterres e de Durão Barroso.
Aliás, como alguns se lembrarão, nas legislativas de 2005, defendi o fim das SCUTs o que, a ter sido concretizado naquela época, teria tido consequências muito diferentes das que teve em tempo de crise profunda.

quarta-feira, 27 de março de 2013

terça-feira, 26 de março de 2013

Bom ponto



Bom ponto de Teresa Caeiro, agora na televisão, lembrando as vozes de ex - líderes e dirigentes do PSD que têm defendido uma remodelação, nomeadamente, nas áreas mencionadas por Pires de Lima e por outros dirigentes do CDS.

sábado, 23 de março de 2013

Sem nevoeiro

O anúncio de que José Sócrates vai voltar à análise política, com um espaço semanal na RTP, provocou muitas reações.

Em minha opinião - que eu tenha lido - ainda não foi dito o principal sobre esse tema. Conto fazê -lo depois de amanhã, no meu novo espaço na CM TV, a partir das 20, 45hs. Se alguém o fizer, até lá, farei o devido sublinhado.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Outra vez surpresa

Lá se enganaram as sondagens, outra vez! E lá subestimaram o Berlusconi, outra vez. Não ficou em primeiro. Mas quase! E, em capacidade de surpreender e de lutar, ficou. Goste - se ou não se goste.
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

De gingeira

Considero interessante a surpresa, de alguns, com a minha opinião sobre a manifestação de alguns estudantes quando da ida do Ministro Miguel Relvas  ao ISCTE.

Se alguém tem defendido Miguel Relvas e lembrado as suas qualidades e os seus méritos, quando muitos se calam ou só falam nos seus defeitos, sou eu. Como é óbvio, não defendo em tudo, nem pouco mais ou menos. Mas considero intolerável que existam ondas coletivas de ataques a uma pessoa como se ela só tivesse defeitos. Não vou falar hoje nem dos atributos nem da ação governativa. Tão só do tema das manifestações.

Falar muito de Relvas e considerar grave o que se passou com ele, é entrar num jogo que não alimento: o de personalizar as situações, de concentrar tudo num "bode expiatório".

Considero mil vezes mais grave o que se passou no Parlamento, com manifestantes a não deixarem Pedro Passos Coelho falar durante minutos e disso ninguém fala nem ninguém censurou. Considero pior que alguns adultos - poucos - interrompam sessões como a do Ministro Paulo Macedo, ou a de Miguel Relvas em Vila Nova de Gaia.

Em Portugal, mesmo assim, os protestos, em Democracia, são genericamente civilizados. Compare - se com o que se passa noutros Países bem próximos...

Claro que entendo que a liberdade de expressão tem de ser respeitada. Mas se não formos compreensivos com estudantes, somos com quem? Atenção: se forem mesmo estudantes!

Graves são outras situações em Portugal como a perversão de poderes, a manipulação do Estado de Direito, os poderes sem controle, os abusos, os dois pesos e duas medidas. Grave é o País querer sempre desviar as atenções de alguns perseguindo outros. Não contem comigo para isso.

Já os conheço! E, como dizia a minha Avó: conheço - os " de ginjeira".




sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

SPORTING

1- O Sporting perdeu no Estoril, o que não acontecia há 37 anos.
2- Julgo que há três candidatos à Presidência do Sporting. Pelo que ouvi, são Bruno Carvalho, Carlos Severino, José Couceiro.

Sporting Clube de Portugal: Esforço, Dedicação, Devoção e Glória.



sábado, 9 de fevereiro de 2013

Um exemplo do que referi no SOL


Necessidade de reforma do sistema político merece concordância do PSD e do PS

Delegações do PSD e do PS reuniram-se no passado dia 18 de Dezembro na Sede Nacional, tendo concordado num comprometimento sobre a necessidade de concluir a primeira fase da reforma do sistema político até ao próximo dia 25 de Abril. A representação do PSD era composta pelo seu Presidente, José Manuel Durão Barroso, pelo vice- Presidente da Comissão Política Nacional, Pedro Santana Lopes, pelo Secretário-Geral, José Luís Arnaut e pelo Presidente do Grupo Parlamentar, Guilherme Silva. Por parte do PS estiveram presentes o Secretário-Geral, Eduardo Ferro Rodrigues, o Presidente, Almeida Santos, Alberto Martins e Paulo Pedroso.
Nesta primeira fase estão incluídas as leis dos partidos políticos e do seu financiamento, limite dos mandatos dos titulares de cargos públicos, afirmou Pedro Santana Lopes, acrescentando que a Lei Eleitoral não ficará incluída nesta fase. “Sentimos todos que está na altura de concretizarmos essas matérias”, referiu Santana Lopes em declarações prestadas após a reunião, salientando o consenso existente entre os dois partidos sobre a necessidade de reformar a vida política. Santana Lopes salientou, no entanto, que as propostas a apresentar pelo PSD neste âmbito “serão assentes previamente com o CDS-PP”, parceiro da coligação governamental. O vice-Presidente da Comissão Política Nacional manifestou-se agradado com o clima que rodeou a primeira reunião entre as actuais direcções nacionais dos dois partidos, num espírito que “não impede a confrontação do debate político”.