quinta-feira, 10 de junho de 2010

Escolhas inexplicáveis

Dizia o tal comentador, no programa da semana passada:" tenho informações de que a banca Portuguesa está com problemas de liquidez"!!!...

Imaginem a informação reservada que tinha: até estava, há vários dias, na primeira página de todos os jornais.

É uma pena dar - se tanto tempo a quem nada sabe e nada tem para dizer. Nos tempos de hoje, não são só as escolhas dos políticos que devem ser escrutinadas. É que nalguns casos, só o "amiguismo", o clientelismo, o nepotismo, mesmo, pode explicar certa opções.E dar espaço para alguém ser ouvido pela Comunidade é um acto de grande responsabilidade social.

Passatempo

Como é Feriado, se alguém puder fornecer algum dado curricular sobre o tal comentador, poderá ser útil... Qual a razão pela qual foi escolhido para falar todas as semanas?
Atenção: este asssunto tem pouca importância. É só um passatempo.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Injustiça

Em minha opinião, o que Marcelo Rebelo de Sousa disse sobre a certeza de uma derrota de Cavaco Silva numa segunda volta das eleições presidenciais, é muito desagradável para o actual Presidente da República.

Com efeito, dizer que Cavaco Silva, se for sózinho com Manuel Alegre, perde, é muito forte. É a maior crítica que se pode fazer a um candidato: só ganha se não for mais ninguém da sua área política.
É que há segunda volta nas eleições presidenciais exactamente para poderem ir à primeira volta os que sentirem que o devem fazer.

Em França, Dominique Villepin, ex Primeiro - Ministro de Jacques Chirac, deverá ser candidato na área de Sarkozy. Como sempre aconteceu, "à direita" e "à esquerda":Giscard D Éstaing, Jacques Chirac, Raymond Barre, François Miterrand, Georges Marchais e vários outros. Como Marcelo bem sabe.

domingo, 6 de junho de 2010

O que fazer?

Com franqueza, não sei a quem vale a pena escrever. Ontem, ouvi parte de um programa que, por vezes, apanho no zapping. E que uma ou outra pessoa, numa sala de amigos, sugere que se oiça. Confesso que, por iniciativa própria, não o faço. Ontem, foi por sugestão e eu disse logo ao meu amigo, que falou nesse programa, que não me apetecia ouvir falsidades ou ser insultado.

Mais uma vez, assim foi. E é sempre Daniel Oliveira ou Pedro Marques Lopes. Da comentadora, não me apetece falar. Já lá vão anos e continua a não me apetecer. Aliás, gostaria até de a ouvir dizer o que pensa sobre mim em matéria de Presidenciais. Gostaria mesmo muito. Será que se lembra?

Mas o que mais me indigna são as falsidades. E aquele participante, cujos dados já procurei, uma ou duas vezes, voltou a mentir.Já procurei na net, já procurei o endereço, perguntei a algumas pessoas quem é, de onde veio, porque fala e escreve em Órgãos de Comunicação. Um amigo meu disse - me que é " de Família com posses" e que é amigo de Pedro Passos Coelho. Se quiserem confirmar, procurem na net. Eu não encontrei mais.

Disse ele que eu descobri só agora a questão do casamento entre homossexuais e que essa é a única razão pela qual tenho defendido a possibilidade de uma candidatura alternativa à Presidência da República. É MENTIRA.

Já em 2005, na campanha das Legislativas, que disputei com José Sócrates, quis que este assunto fosse tema de campanha. Manifestei, logo nessa altura, a minha posição , de modo inequívoco. Fui áté acusado de ir longe de mais a falar do assunto, o que nunca aceitei. Para além disso, fui Mandatário Nacional para a realização de um Referendo sobre o Projecto que se tornou Lei e tenho vários escritos e respostas a inquéritos, desde há anos, em que manifestei esse entendimento.

O que fazer? Como é possível uma Televisão dar guarida a gente que MENTE deste modo? Aliás, o dito participante, antes dessas palavras, estava o programa quase a acabar e gritou: "esperem, esperem, que TENHO de dizer isto"... Tinha de dizer. Interrompeu os outros e lá veio mentira.

sábado, 5 de junho de 2010

J.E.M. e companhia

José Eduardo Moniz não gostou do que eu disse nos últimos tempos sobre o Jornal da Noite de Sexta na TVI e sobre a sua contratação pela Ongoing.

Devia aproveitar o seu espaço nos jornais para explicar como é possível indignar -se tanto com Sócrates e o processo PT-TVI e ter sido contratado por aqueles que estavam nesse processo a executar a estratégia que ele tanto contesta, para afastá -lo e à sua Mulher?

A QUESTÃO É ESTA: como foi possível ter sido contratado? E por quanto?Pode esclarecer?

O contrário

Vi agora a 1º página do Expresso de amanhã... Vi lá escrito que eu teria dito que " Cavaco e Alegre são parecidos". Pois penso exactamente o contrário: são muito, muito diferentes. O que eu disse foi que têm uma leitura parecida da Constituição. Por aquilo a que se tem assistido da prática de Cavaco Silva e por aquilo que Manuel Alegre tem dito, parecem comungar de uma leitura excessivamente estática da Constituição.
Espero que o desenvolvimento da notícia, "dentro" do jornal, corresponda ao que penso e ao que disse.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Post scriptum

Nota prévia:este post deve ser considerado um post scriptum do anterior.

Li hoje o DN de ontem. MANTENDO TUDO QUE PENSO, devo precisar que o DN me perguntou, anteontem, a haver outro candidato, se a data da decisão seria Setembro. Eu respondi que me parecia tarde e que seria mais provável até ao fim de Julho. Mas que eu não sabia, porque não andava envolvido em "conspirações" e nõ tinha qualquer responsabilidade no processo para além das que decorriam das opiniões publicamente manifestadas. E, pumba, lá diz o Sol,hoje, face à 1ª página do DN, que eu sou o único que não desisto.
O Sol tentou contactar - me ontem, mas eu estive fora de Lisboa no aniversário dos meus Filhos.

Já com o Congresso Extraordinário, o DN pôs em manchete, no dia seguinte a uma entrevista comigo, que eu queria acabar com as Directas. Foram semanas de debates sem razão...

Fino Recorte

Começaram as ofensas e os ataques dos servos da gleba, desta gentinha mal educada que pensa que ainda impressiona. Na blogoesfera ou na Imprensa escrita, soltam logo o que de mais autêntico têm em si. Repito: não impressionam, estes "Drs". sem licenciatura...

Falando de pessoas cuja opinião é escutada, lá veio António Capucho novamente falar em estupidez... Quando critica, o Conselheiro de Estado de Cavaco Silva fala, normalmente, em estupidez, patético, disparate. São três termos que lhe são muito caros. Cada um tem os seus e compreende - se que ele escolha esses. A mim, já me chamava muitos nomes quando eu, nos anos 80, defendia Cavaco Silva para Primeiro - Ministro

A sua entrevista ao I, apear do título, é simpática e moderada, excepto para com Cavaco Silva a quem critica, "entrelinhas", por quase não ter falado da crise e por ter falado menos do que sobre temas de menor importância... Ah, e admite que a decisão sobre a lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo podia ter sido outra.

Marques Mendes também veio dizer algo. Também falou em disparate. Disse que Alegre está fraco e que não pode haver mais candidatos. Será que este social- democrata, campeão do lugar - comum e que descobriu, em 2005, o PARADIGMA do Novo Político, quer que Cavaco Silva concorra sózinho?
Se os outros candidatos, assumidos ou hipotéticos, são tão fracos, porque se preocupam tanto?

Marques Mendes disse que Paulo Portas e eu estamos sem espaço político. E que o Cardeal - Patriarca foi injusto e não teve razão nas críticas a Cavaco Silva...Já ele é só margem de manobra. É um fulgor por esse país fora. Quando fala, as audiências "disparam" e tudo o que diz é justo.

Que esteja sossegado na sua vida profissional em Coimbra ou Viseu. Cada um está no seu trabalho e o meu vai bem, obrigado.

Convençam - se do seguinte: não impressionam e muito menos fazem aqueles que são dignos desviar - se do que consideram ser a obrigação para com as suas convicções.
E quanto mais falam assim, mais ajudam o que gostavam que não acontecesse.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Claro

Sexta - Feira, no Sol, escrevo sobre o que está em causa com a oferta feita pela Telefónica à PT para ficar com a Vivo. E, claro, digo qual a minha posição.

Mudou?

Barack Obama foi eleito há cerca de ano e meio. Será que os EUA e o Mundo mudaram de acordo com o que esperavam os que nele votaram e tantos que, pelo Mundo fora, vibraram com a sua eleção? Não se sabe, até porque não se ouvem!... Entusiasmados? Não parece. Desiludidos? Talvez...
Faltam poucos meses para a eleição para o Congresso.