sexta-feira, 30 de julho de 2010

ANTÓNIO FEIO

Pacheco Pereira falou nas "tretas" cerca das 23,30hs. E eu, cinco minutos depois, coloquei um post exactamente com esse título.
Já depois da meia - noite, soube - se da tão triste notícia sobre António Feio. Segundo as Televisões, partiu cerca das 23,30hs. O Homem que fez tantas Conversas da Treta, as que valiam a pena.Demonstrou muita Classe neste combate que travou. Quando aparecia, sorria sempre.
Como explicar as horas e as palavras? Só Deus saberá.
Que António Feio Descanse em Paz.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

As Tretas

Muito bem Pacheco Pereira, agora, sobre o caso PT - Telefónica. Contra "as tretas", exactamente. Contra a máquina da propaganda que logo saltou para dizer que foi uma grande solução. Também ele disse, há minutos, o que eu afirmei sob a forma de pergunta: este negócio é o mesmo de há semanas. Mesmo. Tratam - nos como parvos. Como escrevo amanhã no Sol.
Acrescentou Pacheco Pereira: " o problema é que todos sentimos que vivemos no engano permanente!" É exactamente isso que escrevo no artigo de amanhã.
Faltou, no programa de hoje, usar o argumento mais simples: se a participação na Oi tem o mesmo interesse que aquela que a PT tinha na Vivo, qual a razão que levou a Telefónica a não querer a Oi? Ah,e a pagar 7500 milhões de euros, o dobro do que custam os 23% da empresa que é líder nas fixas?
Básico.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Encravinhados...

Maia uma explicação:
http://static.publico.pt/carga_transportes/Noticia/1448597

O vôo dos anéis

A CMVM acabou de confirmar o acordo entre a PT e a Telefónica.

Engano

A PT vendeu a Vivo? Deve ser engano.
Se nada mudou nos interesses nacionais, qual a razão para mudar a posição do Governo? Uma posição minoritária na OI? Não brinquem. O Governo não vai certamente alterar a sua decisão.
A campanha vai empurrando: hoje, já se ouviam os comentários dos editores a garantirem que não podia continuar o impasse entre a PT e a Telefónica... Mas porquê?

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Explicações

http://o-antonio-maria.blogspot.com/2010/07/o-fiasco-das-scut.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+blogspot%2FMhSe+%28O+Ant%C3%B3nio+Maria%29

Mistérios do icebergue-I

A ponta do icebergue? Exactamente.
As histórias que engendam são extraordinárias.
Mas, já agora: onde está o texto do projecto de revisão que os conselheiros nacionais terão aprovado sabendo, de ciencia certa, qual é, na sua versão final? Já terá sido distribuído e não se deu por isso? Onde estará?

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Surpreendente

Afinal, o projecto de revisão constitucional do PSD é ainda mais surpreendente. Por agora, surpreendente. Nem mais, nem menos. Foi aprovado com 5 abstenções. Só não se sabe quantos votos teve a favor. Votos contra, nenhum.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Coerência

Coerente com as suas preocupações de sempre, o Presidente da República sublinhou a importância de o Português se tornar língua oficial da Organização das Nações Unidas.
Recordo que foi Cavaco Silva, como Primeiro - Ministro que se empenhou na conclusão do Acordo Ortográfico, tendo - me dado orientações, em Janeiro de 1990, enquanto Secretário de Estado da Cultura, para dar prioridade cimeira a esse objectivo.
Aplaudo a coerência e a persistência.

A HISTÓRIA TODA

Marcelo Rebelo de Sousa sabe bem que Francisco Sá Carneiro me solicitou, no ano seguinte, em 1980, as devidas alterações àquele projecto. E foram essas alterações que passaram a ser o Projecto do Primeiro - Ministro Francisco Sá Carneiro. Que incluía a eliminação desse poder dpresidencial de demitir o Governo.
Marcelo, para o que é costume, até foi cordial. Dissse que eu não tenho a razão toda. Pois não. Ninguém tem. Mas sei a história toda. E Marcelo sabe que eu a sei.
O IMPORTANTE - e que eu disse - reside no facto de a ideia que eu defendia ter sido a adoptada pela Aliança Democrática e por outros Democratas. E vingou, na tal revisão de 1982. Porque esse poder era anacrónico. E AINDA MAIS O SERIA HOJE. Repito: não existe na generalidade das Democracias do Mundo.
Repito ainda mais: não sou contra o reforço dos poderes presidenciais. Mas este, não.