domingo, 18 de julho de 2010
cristais e fósseis
Querer dar ao Presidente o poder de demitir um Governo é desestabilizar o sistema de governo todo. E responsabilizar os Presidentes pela subsistência dos Governos. Hoje em dia, os Governos são responsáveis politicamente perante o Parlamento porque é o Parlamento que os pode demitir.
Esta proposta é um erro, um disparate, uma incongruência.
sábado, 17 de julho de 2010
Atentado
http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1620377
Foi o MFA que quis, em 1975, que, na futura Constituição Portuguesa, fosse atribuído esse poder ao Presidente. Muito custou a acabar com ele. Francisco Sá Carneiro, Mário Soares, Diogo Freitas do Amaral, Francisco Sousa Tavares, Jorge Miranda, António Vitorino, Margarida Salema, Luís Beiroco, António Borges de Carvalho e, se me permitem, eu próprio, muito lutámos para que esse poder saísse do texto constitucional.
O PSD quer, agora, recuperá - lo?
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Prémio de quê???
Importa - se de repetir?????...
Pelo menos
Mas li, na Imprensa de hoje, que há novas hipóteses de o Sporting contratar Allain. Parece que é na sequência do empréstimo de Stoikovic ao Sporting de Braga... Lá vai Stoikovic... Mas, pelo menos, que venha o Allain.
Anulação
É bom esclarecer que a decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa foi tomada com base na acção interposta por José Sá Fernandes, que deixou de ser contestada pela Câmara Municipal de que faz parte, desde há três anos, a mesma pessoa. Para ser explícito, a Câmara decidiu, em 2008, secundar, como ré, o essencial das posições do autor.
sábado, 10 de julho de 2010
Pois muito bem
Vi, há minutos, a reportagem sobre a posição do PSD no sentido de esclarecer a situação das Estradas de Portugal e, nomeadamente, sobre os encargos gerados pela fantasia das SCUTs.
Pois, muito bem! Mas é bom que o PSD pondere sobre o modo como deixou cair o assunto durante os dois anos que se seguiram à vitória de José Sócrates em 2005. Foi o tempo da liderança de Marques Mendes durante a qual procuravam evitar posições ou propostas que eu tivesse defendido... E Miguel Macedo, pessoa sensata, sabe bem que foi assim.
Obviamente, nada se compara ao espectáculo indecoroso de ouvir governantes socialistas a defender os fundamentos do princípio do utilizador - pagador e a criticarem os que se lhe opõem com a mesma cara com que defendiam o contrário.
Já agora: onde anda João Cravinho? Não fala agora? Dois mil milhões de euros, até agora? Gestão danosa? Participação em negócio ruinoso? Nada disso? Não. O que lesava o Estado eram deisões na Câmara de Lisboa... Não há aí nenhum cidadão de Portugal?
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Fraca fundamentação
Ah, e já agora: que coincidência, as datas das ofertas da telefónica face à que já estava obviamente prevista da decisão do Tribunal.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Coulourlessbull
terça-feira, 6 de julho de 2010
Notas ligeiras
Vice- Presidente do PSD, Paula Teixeira da Cruz:
http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=433239.
E, já agora, com simpatia, para o João Gonçalves- que muito me apoiou na campanha para Lisboa- que continua a manter bem "intenso", no tom agridoce, o blogue Portugal dos Pequeninos: como explicar o apoio objectivo de Cavaco Silva à decisão do Governo e, portanto, do Primeiro - Ministro? Também estará a "fazer o jogo" de José Sócrates?
A Democracia e, mais ainda com a blogosfera, tem esta virtude: todos opinam sobre tudo, com toda a descontração, sobre qualquer matéria. Por exemplo, esta assinalável persistência, que hoje conheci, por simpático mail do autor:
http://www.youtube.com/watch?v=Eflrqnqplwo&feature=related
Todos têm direito à opinião e a tudo fazerem para a divulgarem.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Quem sabe
Agora, já muito "tagarela" meteu "a viola no saco". Quando julgavam que mais ninguém apareceria, começaram logo nas críticas insultuosas. Já começam a acalmar. E, já agora, para se incomodarem mais: gostei muito da entrevista de José Sócrates, exactamente, ao El País. No sítio certo e com os recados certos, nomeadamente, à Comissão Europeia e às palavras de ofício que de lá vão chegando.
Será que Durão Barroso é mesmo contra as golden shares? Mesmo?
