Alguns autores de textos de comentários que assinam com as iniciais e a quem solicito outros dados de identificação ou contacto:
RG?
CCP?
Obrigado.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
domingo, 7 de fevereiro de 2010
APELO?

Uma nova figura constitucional está a surgir: o APELO do Conselho de Estado.
O Conselho de Estado é o órgão de consulta do Presidente da República.Ora, um apelo aos Partidos e até a outros Órgãos de Soberania, representa um certo tipo de evolução, embora seja necessário que se repita para a evolução representar mesmo algo de muito significativo.
A mim, faz - me pouca confusão. Já defendi, em entrevistas várias, desde há anos, a evolução desse órgão, caso não se queira criar a Câmara Alta do Parlamento, o Senado.
Defendi, nessa alternativa, que esse órgão sucedâneo do Conselho de Estado deve integrar representantes dos poderes clássicos do Estado, dos novos poderes como a Comunicação Social, das Universidades, dos empresários e das forças sindicais. Um ou dois por cada sector, nem que seja preciso recorrer à rotatividade.
Manter os sistemas como estão, é não querer mudar o que está caduco.
Mérito distante
Vale a pena ler o comentário que publiquei de um Português de 31 anos, natural do Funchal, que se doutorou na Alemanha em Biologia Ocveanográfica e é, agora, investigador nos Estados Unidos. João Canningan Clode é o seu nome.Quantos Portugueses das novas gerações não sentem uma distância cada vez maior, depois de terem psrtido para longe? Muitas vezes, dos melhores
sábado, 6 de fevereiro de 2010
2002-2005-----------------------2010
Que País é este?
Fazem ideia de quantas pessoas da equipa que esteve comigo na Câmara já foram questionadas pela Justiça?
Nestes anos, desde que saímos, à conta de queixas de José Sa Fernandes e outros equivalentes,muitas pessoas já foram confrontadas com essa mesma Justiça. Inquéritos, citações, autorizações no Parlamento, relatorios da Comissão de Etica, arguidos, julgamentos,interrogatórios, acusações, depoimentos, recursos, advogados, honorários,denúncias, de tudo, várias pessoas, muitas pessoas, têm passado. Algumas dessas pessoas, com décadas de carreira profissional,pessoas que já tinham gerido muitos recursos, Mães e Pais de família que, de repente, se vêm como que membros de um suposto grupo de malfeitores que tinham folhas de serviços irrepreensíveis e que estão, perante a Família e perante o País, com a seriedade posta em causa. Alguém acusa algum deles de ter beneficiado seja do que for? Não! Saíram todos com os mesmos bens,e o que de mais polémico possam ter feito é exactamente igual, ou ainda menos questionável, do que aquilo que foi feito por quem lá esteve nas décadas anteriores e por quem entrou depois.
Antonio Carmona Rodrigues,Eduarda Napoleão, Helena Lopes da Costa,Gabriela Seara,Miguel Almeida,já foram arguidos, ou, no caso dos dois primeiros, acusados ou pronunciados. Maria Manuel Pinto Barbosa e Pedro Pinto, com todos os outros, censurados e multados em dois mil e quinhentos euros, cada um, por decisões urgentes sobre os Arquivos da Cidade que tiveram de ser mudados, à pressa, por causa do amianto.Algumas decisões postas em causa correspondem a soluções dadas a impasses ou bloqueios criados por outros em anos anteriores. Mas trabalhou - se sem ninguém apresentar queixas. E, se erros houve,ou decisões de que se discorde, como dizia o despacho de não-pronúncia no processo de Helena Lopes da Costa, correspondem a práticas seguidas na Câmara desde tempos imemoriais. Que,noutra perspectiva,nunca deveriam ser apontados como condutas criminosas mas serem tão só sujeitos à alçada disciplinar, ou,naalguns casos, a proposta de sanção política.
Durante esse mandato, e quando acabou, muitas foram as queixas, as participações, as cartas do " zé cidadão de lisboa", do PCP e mesmo de adversários partidários.Tudo especialmente adequado ao clima criado na época da decisão de Jorge Sampaio e da subida ao poder de José Sócrates nas legislativas de 2005.
Antes desse mandato autárquico, foi possivel construir em altura. Por exemplo,o Saldanha Residence ou as Torres de Sete Rios. Agora vêm aí as da Matinha. Problema nenhum. Sobre o meu mandato, corre um processo por causa de cartazes a defender a construção em altura. Violações do PDM? Não. Cartazes é que geram dúvidas e há pessoas a responder por eles. Corte Inglês sem licença? No pasa nada... Estádios em construção sem um papel na Câmara? E então?
Entre 2002 e 2005, tudo esteve mal,mereceu denúncia ou foi suspeito: cartazes, obras, licenças, arquivos, projectos,realojamentos, reabilitação,túneis,casas.Antes? Só Arcanjos, que nunca fizeram nada questionável. Depois? Só Anjos cujos actos não oferecem dúvidas.
Na semana passada, os Tribunais decidiram que Helena Lopes da Costa não tinha que ir a julgamento. No dia seguinte, cerca de dez pessoas foram avisadas de que iam ser constituídas arguidas por uma história que, por enquanto, não se pode comentar.
Investigadores responsáveis dizem antes ou depois de depoimentos, em estilo de desabafo, que deviam encontrar alguma coisa sobre mim, mas que é uma maçada, "porque não há nada"...
Ha anos que boas pesssoas passam martírios, com manchetes, legendas, imagens, repito, por decisões iguais às de outros que nunca são incomodados. E ainda bem, por eles e pelas suas famílias.
Uma das Senhoras que referi, anda agora a ser ouvida no Instituto de Reinserção Social, ela e os filhos, para contarem a historia das suas vidas, para um relatorio a enviar ao tribunal antes da sentença.Uma situação inacreditável para os filhos que têm de se sujeitar a tudo isso semterem feito nada de mal e como se a Mãe fosse uma criminosa.
Todas estas pessoas, e muitas mais, tiveram a "pouca sorte" de estar na Câmara de Lisboa entre 2002 e 2005. E de serem apanhadas na luta politica e nos actos de pessoas que não olham a meios para atingir os seus fins.Antes? Só Arcanjos, que nunca fizeram nada questionável. Depois? Só Anjos cujos actos não oferecem dúvidas.
Este e o Portugal de 2010. Quem nada fez de mal não tem sossego. Sossegados andam outros. É uma vergonha.
Fazem ideia de quantas pessoas da equipa que esteve comigo na Câmara já foram questionadas pela Justiça?
Nestes anos, desde que saímos, à conta de queixas de José Sa Fernandes e outros equivalentes,muitas pessoas já foram confrontadas com essa mesma Justiça. Inquéritos, citações, autorizações no Parlamento, relatorios da Comissão de Etica, arguidos, julgamentos,interrogatórios, acusações, depoimentos, recursos, advogados, honorários,denúncias, de tudo, várias pessoas, muitas pessoas, têm passado. Algumas dessas pessoas, com décadas de carreira profissional,pessoas que já tinham gerido muitos recursos, Mães e Pais de família que, de repente, se vêm como que membros de um suposto grupo de malfeitores que tinham folhas de serviços irrepreensíveis e que estão, perante a Família e perante o País, com a seriedade posta em causa. Alguém acusa algum deles de ter beneficiado seja do que for? Não! Saíram todos com os mesmos bens,e o que de mais polémico possam ter feito é exactamente igual, ou ainda menos questionável, do que aquilo que foi feito por quem lá esteve nas décadas anteriores e por quem entrou depois.
Antonio Carmona Rodrigues,Eduarda Napoleão, Helena Lopes da Costa,Gabriela Seara,Miguel Almeida,já foram arguidos, ou, no caso dos dois primeiros, acusados ou pronunciados. Maria Manuel Pinto Barbosa e Pedro Pinto, com todos os outros, censurados e multados em dois mil e quinhentos euros, cada um, por decisões urgentes sobre os Arquivos da Cidade que tiveram de ser mudados, à pressa, por causa do amianto.Algumas decisões postas em causa correspondem a soluções dadas a impasses ou bloqueios criados por outros em anos anteriores. Mas trabalhou - se sem ninguém apresentar queixas. E, se erros houve,ou decisões de que se discorde, como dizia o despacho de não-pronúncia no processo de Helena Lopes da Costa, correspondem a práticas seguidas na Câmara desde tempos imemoriais. Que,noutra perspectiva,nunca deveriam ser apontados como condutas criminosas mas serem tão só sujeitos à alçada disciplinar, ou,naalguns casos, a proposta de sanção política.
Durante esse mandato, e quando acabou, muitas foram as queixas, as participações, as cartas do " zé cidadão de lisboa", do PCP e mesmo de adversários partidários.Tudo especialmente adequado ao clima criado na época da decisão de Jorge Sampaio e da subida ao poder de José Sócrates nas legislativas de 2005.
Antes desse mandato autárquico, foi possivel construir em altura. Por exemplo,o Saldanha Residence ou as Torres de Sete Rios. Agora vêm aí as da Matinha. Problema nenhum. Sobre o meu mandato, corre um processo por causa de cartazes a defender a construção em altura. Violações do PDM? Não. Cartazes é que geram dúvidas e há pessoas a responder por eles. Corte Inglês sem licença? No pasa nada... Estádios em construção sem um papel na Câmara? E então?
Entre 2002 e 2005, tudo esteve mal,mereceu denúncia ou foi suspeito: cartazes, obras, licenças, arquivos, projectos,realojamentos, reabilitação,túneis,casas.Antes? Só Arcanjos, que nunca fizeram nada questionável. Depois? Só Anjos cujos actos não oferecem dúvidas.
Na semana passada, os Tribunais decidiram que Helena Lopes da Costa não tinha que ir a julgamento. No dia seguinte, cerca de dez pessoas foram avisadas de que iam ser constituídas arguidas por uma história que, por enquanto, não se pode comentar.
Investigadores responsáveis dizem antes ou depois de depoimentos, em estilo de desabafo, que deviam encontrar alguma coisa sobre mim, mas que é uma maçada, "porque não há nada"...
Ha anos que boas pesssoas passam martírios, com manchetes, legendas, imagens, repito, por decisões iguais às de outros que nunca são incomodados. E ainda bem, por eles e pelas suas famílias.
Uma das Senhoras que referi, anda agora a ser ouvida no Instituto de Reinserção Social, ela e os filhos, para contarem a historia das suas vidas, para um relatorio a enviar ao tribunal antes da sentença.Uma situação inacreditável para os filhos que têm de se sujeitar a tudo isso semterem feito nada de mal e como se a Mãe fosse uma criminosa.
Todas estas pessoas, e muitas mais, tiveram a "pouca sorte" de estar na Câmara de Lisboa entre 2002 e 2005. E de serem apanhadas na luta politica e nos actos de pessoas que não olham a meios para atingir os seus fins.Antes? Só Arcanjos, que nunca fizeram nada questionável. Depois? Só Anjos cujos actos não oferecem dúvidas.
Este e o Portugal de 2010. Quem nada fez de mal não tem sossego. Sossegados andam outros. É uma vergonha.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Palavras e silêncios
Excelente declaração do Presidente da República em defesa de Portugal e do estado da sua economia, lembrando as diferenças para o caso grego. Chegou ao ponto de considerar infelizes as palavras do Comissário Joaquin Almunia.
Em todo este complexo processo que atinge a Zona Euro,estranha- se o silêncio absoluto do Presidente da Comissão Europeia. Certamente que terá uma razão muito forte para esta insólita ausência, numa fase tão sensível da vida de vários Estados da União Europeia, de quem se espera uma voz liderante, orientadora, esclarecedora sobre a verdade e a realidade.
Em todo este complexo processo que atinge a Zona Euro,estranha- se o silêncio absoluto do Presidente da Comissão Europeia. Certamente que terá uma razão muito forte para esta insólita ausência, numa fase tão sensível da vida de vários Estados da União Europeia, de quem se espera uma voz liderante, orientadora, esclarecedora sobre a verdade e a realidade.
Gelo
Há comentadores juristas que vão à Televisão e que são uns wets... Inacreditável o que ainda continuam a falar, não entendendo que agora se impõe o silêncio.O silêncio da ponderação gelada antes do tempo da acção.
Acabou o relevo político da Lei das Finanças Regionais? Creio que sim.
Acabou o relevo político da Lei das Finanças Regionais? Creio que sim.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Argumentário da Diplomacia
Havendo uma tentativa de outros Países e de alguns sectores, para equiparar a situação das Finanças e da economia de Portugal à da Grécia, com a Espanha igualmente envolvida, dá - se por adquirido que a nossa eficaz Diplomacia tem como tarefa prioritária, neste momento, o esclarecimento fundamentado das diferenças existentes. Para ser fundamentado, as nossas Representações têm de dispor de todo o "argumentário" indispensável, da parte do Governo.Certamente que já terá acontecido.
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Aéreo
Aprovado o festival aéreo da Redbull em Lisboa. Com os votos dos eleitos do PS, incluindo Helena Roseta e outra Veradora do Movimento Cidadãos por Lisboa. Não foi divulgado o contrato da Associação de Turismo de Lisboa com os privados que asseguram cerca de 2,5 milhões de euros. A chamada "aprovação no escuro" ou o chamado "cheque em branco".
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
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